Revista Centro do Mundo: atualidades para Enem, Concursos e Vestibulares

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Casa de Redação tem o prazer em apresentar a Revista Centro do Mundo: atualidades para Enem, Concursos e Vestibulares. Certamente, será o seu melhor guia!

O leitor tem diante de si a primeira edição da Centro do Mundo, sua nova revista de atualidades debruçada sobre tudo aquilo que, no presente momento, configura-se como o cerne das preocupações e mudanças no Brasil e no globo.

As reflexões que você encontrará nas páginas que se seguem são voltadas a empoderar jovens, adultos e professores em suas empreitadas diante de vestibulares e concursos, porém, mais ainda, constituem um esforço coletivo de seleção dos assuntos mais candentes da contemporaneidade para informar a qualquer um que deseje estar a par das grandes discussões do nosso tempo. A seguir, você verá o resultado do trabalho de um time de autores de variadas áreas, que se dedicaram, nos seus estudos, a tornar temas complexos facilmente acessíveis a todos os públicos e trazer conhecimentos científicos, filosóficos e humanos para discussões extremamente agradáveis.

Nossa leitura começa com uma digressão sobre a espécie que ocupa, há milênios, o centro do nosso planeta: o Homo sapiens, com sua capacidade inesgotável de adaptação e apropriação do ambiente. A aventura humana é redefinida em nossas primeiras páginas, nas quais descobrimos que os caminhos percorridos até aqui pelos antepassados da nossa raça vão muito além da linearidade presumida entre o macaco e o homem.

Logo em seguida, a presença humana na Terra é analisada pelo aspecto ambiental: o impacto causado por nós no meio à nossa volta é tamanho, que cientistas já cogitam definir a Época presente com o nome de antropoceno, o período no qual o homem é a força ambiental dominante, capaz de modificar e destruir em proporções jamais imaginadas por nenhuma outra espécie.

Existem, no entanto, grupos humanos que há milênios e até hoje se relacionam com a natureza de forma harmônica: os povos indígenas, cuja variedade é também um assunto que está no centro do mundo. Por isso, o leitor encontrará uma breve reflexão sobre as tribos originárias do território brasileiro, acossadas e aculturadas desde a colonização e, hoje, em situação de extrema vulnerabilidade aos desatinos dos governos e sistemas produtivos.

Se estamos no centro do mundo, nossos sentimentos, ações, formas de relacionamento e esperanças estão junto conosco. Assim, o quarto texto do nosso primeiro volume se dedica a analisar a solidão, marca do tempo presente e queixa de milhões de pessoas em todo o planeta – um assunto especialmente pertinente em período de isolamento, que ora se estende.

A seguir, refletimos sobre as práticas de violência persistentes na sociedade, questionando os limites entre as motivações sociais da agressividade e a nossa própria natureza enquanto seres combativos, inspirados pelo recente sucesso do cinema que tematiza esse assunto: “Coringa”.

As relações familiares, base da construção da sociedade ocidental nos últimos milênios, são o tema de reflexão do nosso sexto artigo, em que as formas de afeto e relacionamento são pensadas ao longo do tempo como esforços humanos de conexão, cuidado mútuo e organização social.

A juventude atual, imersa na sensação de solidão, com medo de enfrentar os desafios que se descortinam em sua vida adulta e, mesmo assim, profundamente crente no seu potencial de mudar a realidade é o tema do texto seguinte: a esperança do nosso país repousa, em larga medida, em uma geração, embora vacilante, que se percebe no centro do mundo.

A realidade que criamos ao longo das eras em que nossa espécie predominou no globo é incrivelmente complexa e multifacetada, o que se deve, em larga medida, à nossa capacidade de construir sistemas abstratos de organização e operacionalização da realidade. Um desses modelos, fundamentais para a contemporaneidade, é a democracia, por meio do qual a maioria absoluta dos países se estrutura hoje. Contudo, tendo suas origens milênios atrás e passando por diversas transformações, o regime de participação política coletiva enfrenta graves crises e descrenças que podem abalar e modificar o mundo conforme o conhecemos.

Outro sistema construído pelo poder de abstração da humanidade foi a ciência, um conjunto de saberes, procedimentos e técnicas absolutamente primordial para todos os setores da vida atual; sobre esse imenso campo e sobre as dificuldades encontradas para estender sua compreensão a todos versa o nosso nono artigo, interessado em desvelar a importância da divulgação científica.

Finalmente, discutimos um pouco sobre o coronavírus, a grande batalha da nossa era, que atinge jovens e idosos, famílias e indivíduos solitários, povos tradicionais e sociedades organizadas em torno de sistemas democráticos. O impacto das transformações causadas por essa pandemia ainda não pode ser totalmente avaliado, mas, sem dúvida, ela é o epicentro das preocupações humanas do agora, centro do mundo em que vivemos e desafio coletivo a ser superado com esperança, união e esforços conjuntos.

Os dois últimos textos do nosso primeiro volume são artigos especiais que estarão sempre presentes na revista: a apresentação da teoria de um pensador contemporaneamente relevante e a indicação de leitura de uma obra literária. O primeiro deles se dedica a deslindar a complexa teoria do sociólogo Pierre Bourdieu, cujo desenvolvimento é um marco nos estudos de humanidades e é importante para compreender diversos fenômenos atuais.

Em seguida, indicamos a leitura da obra-prima “Quarto de Despejo”, escrito por Carolina Maria de Jesus no final da década de 1950 e início de 1960. Negra, pobre, mãe solo e moradora da favela do Canindé, Carolina, em sua improvável publicação, revela uma parte pungente da vida brasileira desconhecida de muitos habitantes do nosso território.

O leitor atento encontrará diversos pontos de contato entre os artigos que tem em mãos, seja na seleção de marcos teóricos, seja na maneira de encarar os temas. Tal convergência não se deu por conta de uma orientação editorial específica, mas sim pela confluência espontânea das reflexões dos nossos diversos autores, que, imersos no centro do mundo, encontraram pensamentos semelhantes para construir as lentes de leitura da realidade apresentadas aqui.

Bem-vindo ao Centro do Mundo. Tenha uma ótima leitura!

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Confira a apresentação a revista centro do Mundo realizada pelos Professores Raphael e Waldyr:

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