Como usar filósofos iluministas na redação

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Queridaions, como vai esta vida aí em plena pandemia? Espero que estejam filosofando bastante rs

Sabe aquelas aulas marotas da Casa de Redação ensinando como usar os filósofos iluministas na sua prova de redação? Pois é, valem ouro!

Liberdade em John Locke

Exemplo 1: tráfico humano

Além disso, o tráfico humano rompe com direitos basilares do indivíduo, previstos na legislação brasileira e de todos os outros países. Segundo o filósofo inglês John Locke, a seguridade da liberdade é fundamental para o funcionamento da vida em coletividade, uma vez que permitem a todos o pleno exercício da cidadania. Nesse sentido, o ato de mover à força pessoas e mantê-las cativas, para trabalhos forçados ou exploração sexual, suprime a garantia de livre circulação, destituindo os aprisionados da condição de cidadão.

Breve comentário: No parágrafo destacado (o terceiro do texto, como demonstra a conjunção “além disso”), sobre tráfico humano, o tópico frasal anuncia ser um crime que desrespeita direitos inalienáveis das vítimas. Em seguida, é apresentado o pensamento de Locke sobre os direitos fundamentais para discutir a importância da liberdade. No último período, as duas ideias são articuladas: o tráfico de pessoas desrespeita a liberdade, uma garantia fundamental.

Direito em Montesquieu

Exemplo 2: menor infrator

Ademais, a capacidade das instituições de abrigos de menores infratores de reintegrá-los à sociedade isentos da prática de novos crimes é insuficiente. Como cidadãos em formação, eles deveriam ser orientados psicológica e profissionalmente para o reingresso na vida comum, conforme a legislação vigente. Porém, a negligência a essa realidade é comum no Brasil, ameaçando as bases da própria democracia, pois, conforme o filósofo Montesquieu, quando o direito de um é desrespeitado, o de todos se torna ameaçado, de modo que um menor sem suas garantias é uma prerrogativa para destituir outros brasileiros de seus direitos.

Breve comentário: O tópico frasal do trecho acima, o segundo argumento ou terceiro parágrafo de um texto, anuncia a discussão sobre a reintegração insuficiente de menores infratores à sociedade. O segundo período desenvolve a ideia, apontando a necessidade de assistência aos pequenos detentos. Finalmente, articulam-se as ideias de Montesquieu, argumentando que a falha do Estado diante dos jovens fragiliza a própria democracia.

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